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1931 a 1940 - Cultura Artística
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1931 a 1940

1932
O ano tem tudo para ser maravilhoso: abertura com o Trio Brasileiro, sucedido pelo Coro Madrigal de Hamburgo, Claudio Arrau, Quarteto de Cordas de Londres e os pianistas Ignaz Friedmann e Miecyslaw Münz. No entanto, a Revolução Constitucionalista faz com que os saraus sejam cancelados. Explica o secretário Nestor Pestana: “Seria condenável desviar os espíritos e as atividades para outro fim que não o Movimento Constitucionalista”.

1933
Falece Nestor Pestana, um dos principais motores da Cultura Artística durante 21 anos. Mais tarde, o prefeito Fábio Prado decide mudar o nome da rua Florisbela para rua Nestor Pestana, como é chamada até hoje. Esther Mesquita, filha do jornalista Júlio Mesquita, assume a primeira secretaria.

1934
O ano começa com dois concertos sinfônicos, regidos por Ernst Mehlich, que servem como experiência piloto para o plano que Esther Mesquita pretende pôr em prática: a criação de uma orquestra permanente.

“Uma verdadeira tempestade de palmas foi o término do inesquecível concerto… [O maestro] dirige de memória, sem a mínima vacilação, com precisão admirável. Não é simplesmente um dirigente; é, sim, um dominador absoluto e sereno da orquestra, é um animador de todo o agrupamento orquestral e de cada um dos componentes. Tem a sobriedade, a elegância e a imperiosidade do gesto, qualidades próprias somente dos que sabem mandar e sabem que mandam… é de esperar que os bravos componentes da orquestra do Centro Musical se mantenham à altura dos elogios de que ontem eram alvo pelo auditório entusiasmado: e assim, em 1935, São Paulo, que sempre gozou da justa fama de centro cultural, marque uma nova e brilhante fase de sua história musical.”

O Estado de S. Paulo

1935
Segundo o relatório anual de atividades de 1934, o ano termina com déficit financeiro, embora todos estejam satisfeitos com o resultado da programação. Isso se dá não só por causa da sinfônica, mas também pelo custo dos artistas estrangeiros, com o câmbio muito desfavorável.

1936
Ano artístico com grandes estrelas, entre elas Alfred Cortor e Nicanor Zabaleta, além dos Meninos Cantores de Viena, que vêm pela primeira vez ao Brasil.

1939
Mesmo com o estouro da Guerra, a sociedade consegue realizar alguns dos seus mais brilhantes saraus, do Quarteto Léner.

“A robustez da sonoridade de conjunto, a incomparável finura do fraseado, o notável equilíbrio entre o todo e as partes componentes, a maravilhosa transparência da execução e este extraordinário poder de comunicabilidade que nos faz receber, pura e íntegra, toda a vida e emoção com que animam as obras apresentadas.”

O Estado de S. Paulo